O Bitcoin revolucionou as finanças digitais, mas sua blockchain pública registra todas as transações de forma permanente e transparente, permitindo que qualquer pessoa rastreie fluxos de fundos entre endereços. Isso levanta preocupações sobre privacidade, especialmente em um mundo onde governos, empresas e hackers usam ferramentas avançadas de análise para identificar e prejudicar usuários. Em 2026, com regulamentações mais rigorosas no Brasil e globalmente, como sanções a serviços como Tornado Cash, a busca por anonimato se intensifica. Mixers de Bitcoin, também conhecidos como tumblers, surgem como uma solução para obscurecer a origem das moedas, misturando-as com as de outros usuários e quebrando vínculos rastreáveis. Este artigo detalha como usá-los para evitar rastreamento, os mecanismos envolvidos, riscos associados, melhores práticas e alternativas viáveis, promovendo um uso responsável e informado da tecnologia. Cumpre ressaltar, que a privacidade financeira não é sinônim...
Ser vítima de um assalto é uma experiência traumática que pode gerar não apenas prejuízos materiais, mas também danos emocionais profundos. Diante disso, muitas pessoas se perguntam: é possível responsabilizar o Estado ou o governo por não terem garantido a segurança pública? Afinal, a Constituição Federal estabelece que a segurança é um dever do Estado. Neste artigo, vamos explorar essa questão de forma detalhada, analisando a viabilidade de processar o governo após ser vítima de um assalto, com base em jurisprudências, legislações e doutrinas jurídicas. O Dever do Estado na Segurança Pública A Constituição Federal de 1988, no artigo 144, estabelece que a segurança pública é dever do Estado, sendo responsabilidade de órgãos como as polícias militar, civil e federal. Esse dispositivo leva muitos cidadãos a acreditar que, ao sofrerem um assalto, podem responsabilizar o governo por falha na prestação desse serviço. No entanto, a realidade jurídica é mais complexa. Na prática, ingre...